APITOXINA

(veneno de abelhas)

 

O potencial terapêutico do veneno das abelhas, foi usado em muitas civilizações antigas. Os egípcios já conheciam o seu poder curativo, onde era utilizado no tratamento de doenças artríticas e reumáticas. HIPOCRATES, 400 a.C. relata o uso da picada de abelha na cura de artrite.

Apesar disto, apenas no final do século XIX, os venenos começaram a atrair a atenção dos trabalhos de pesquisa médica, pois até então a sua utilização era feita de modo empírico. Atualmente alguns países fazem o uso da ferroada de abelhas no tratamento das doenças reumáticas.Nos últimos anos tem se intensificado o estudo sobre a utilização do veneno. Alguns autores revelam, que este pode ser utilizado não só apenas na cura em doenças artríticas e reumáticas, mas também em doenças vasculares degenerativas (PARTENIU &NEACSU, 1973).

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Contra lipemia e alto índice de colesterol (YANG-RUIY et al., 1987). Utilidades antimicrobiana (TATU, 1987), como bioinseticida (FERNANDES, 1989).

COLETOR DE APITOXINA

 

A quantidade total de veneno contido em um saco de veneno de uma abelha varia entre 3 a 4 mg.Deste total aproximadamente 80% é água; outros componentes voláteis constituem 4 a 8% do total. A matéria seca fornecida por um ferrão é de aproximadamente 0,1 mg (LEVINE & LOCKEY, 1986). O veneno in natura é transparente, espesso, possuindo aroma característico e sabor amargo. Sua densidade é 1,1313.

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Em sua composição entram: ácido fórmico, ácido clorídrico, ácido fosfórico, histamina, colina, triptófano, enxofre, fosfato de magnésio, cobre, cálcio, substâncias azotadas, fosfolipase, hialurodinase, etc.

COLETA DE APITOXINA

 

Em forma de pomada, é indicado no tratamento de artrite, sinusite, reumatismo e inflamações pós-operatórias, escolioses, tendinites, artroses, nervo ciático, espondilites, varizes e melhora significativa em inflamações causadas pela osteoporose.

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